Organização utilizava empresas de fachada e movimentavam altas quantias de dinheiro para dificultar o rastreamento. As investigações ainda continuam, com foco em identificar novos envolvidos e desarticular o grupo completamente.
Cada integrante do grupo poderá pegar até 32 anos de prisão. Os indiciados responderão pelos crimes de estelionato qualificado pela fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Como o golpe funcionava
Golpistas ligavam para as vítimas e se passavam por funcionários do Banco do Brasil. Eles falsificavam o identificador de chamadas, fazendo com que o número (61) 4004-0001 aparecesse no aparelho, técnica conhecida como spoofing telefônico.
Os criminosos convenciam as pessoas de que realmente eram do banco. Quando ganhavam a confiança das vítimas, eles utilizavam aplicativos de acesso remoto para movimentar a conta das vítimas e realizar transferências bancárias.
O delegado João Guilherme Carvalho, da PCDF, alerta que os bancos geralmente não ligam para as pessoas noticiando movimentações suspeitas. “Caso isso ocorra, desconfie, desligue o telefone e procure outro telefone para entrar em contato com seu gerente do banco.”
noticia por : UOL


