Para atrair as vítimas, o grupo criava perfis falsos nas redes sociais e em aplicativos de namoro. Eles se passavam por uma menor de idade e marcavam encontros com os supostos pedófilos.
Quando as vítimas chegavam no local, encontravam o grupo e eram agredidos fisicamente e humilhados. Toda a ação era filmada e divulgada no canal do YouTube.
Em um vídeo, um homem é obrigado a ingerir excrementos. Em outro, o grupo entra em contato com a família da vítima. Os supostos pedófilos também eram espancados. As práticas do grupo podem ser enquadradas como tortura. Atualmente, eles são acusados de cárcere privado e lesão corporal.
Denúncia
Prisão foi feita após uma única denúncia recebida contra o grupo, de um venezuelano de 42 anos. A vítima foi torturada pelo grupo e afirma que foi enganado ao comparecer ao encontro, pois acreditava que iria encontrar com uma mulher de 21 anos.

noticia por : UOL


