Manifestantes quebram janelas e incendeiam um Tesla durante marcha contra o G7 em Genebra

Segundo os manifestantes, ‌o protesto tem o G7 ‌como ​alvo por simbolizar a concentração de poder político e econômico. Na semana passada, o proprietário ‌da Tesla, Elon Musk, que atuou como assessor do presidente dos EUA, Donald Trump, tornou-se o primeiro trilionário do mundo, reacendendo as preocupações com a desigualdade.

“Para mim, é uma reunião dos ricos que mostra mais uma vez como os ricos podem ficar ‌ainda mais ricos enquanto os pobres são deixados para trás”, disse a manifestante Pippa Saugy.

A cúpula ​do G7, que ocorre de 15 a 17 de junho em ‌Evian-les-Bains às margens do Lago Genebra, reunirá os líderes da França, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, ‌Japão e Estados Unidos, ‌além da União Europeia.

As guerras no Oriente Médio e na ⁠Ucrânia devem dominar a agenda, enquanto líderes buscarão evitar um confronto com Trump, que tenta finalizar um acordo preliminar de paz com o Irã.

Em Genebra, lojas ​foram fechadas com ​tábuas e centenas de policiais de choque foram mobilizados nas ruas em meio a preocupações antecipadas com a violência. Protestos têm sido comuns nas reuniões do G7 ao longo dos anos, com muitos manifestantes usando as cúpulas para ⁠criticar o capitalismo, a globalização, as mudanças climáticas e ​a desigualdade.

(Reportagem de Gabriel Stargardter)

noticia por : UOL

Segundo os manifestantes, ‌o protesto tem o G7 ‌como ​alvo por simbolizar a concentração de poder político e econômico. Na semana passada, o proprietário ‌da Tesla, Elon Musk, que atuou como assessor do presidente dos EUA, Donald Trump, tornou-se o primeiro trilionário do mundo, reacendendo as preocupações com a desigualdade.

“Para mim, é uma reunião dos ricos que mostra mais uma vez como os ricos podem ficar ‌ainda mais ricos enquanto os pobres são deixados para trás”, disse a manifestante Pippa Saugy.

A cúpula ​do G7, que ocorre de 15 a 17 de junho em ‌Evian-les-Bains às margens do Lago Genebra, reunirá os líderes da França, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, ‌Japão e Estados Unidos, ‌além da União Europeia.

As guerras no Oriente Médio e na ⁠Ucrânia devem dominar a agenda, enquanto líderes buscarão evitar um confronto com Trump, que tenta finalizar um acordo preliminar de paz com o Irã.

Em Genebra, lojas ​foram fechadas com ​tábuas e centenas de policiais de choque foram mobilizados nas ruas em meio a preocupações antecipadas com a violência. Protestos têm sido comuns nas reuniões do G7 ao longo dos anos, com muitos manifestantes usando as cúpulas para ⁠criticar o capitalismo, a globalização, as mudanças climáticas e ​a desigualdade.

(Reportagem de Gabriel Stargardter)

noticia por : UOL

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