O manifesto aponta ainda que interesses privados têm bloqueado reformas de cotas e direitos de voto no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial, gerando atrasos. Diante disso, o documento introduz a urgência de regulamentar novas fronteiras da cooperação humana — como o mar profundo, as regiões polares, o espaço sideral e o ambiente cibernético —, defendendo que esses setores sejam guiados por princípios de paz e soberania, tornando-se campos de cooperação e não de batalha.
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Fonte: G1