Vozinha se diz orgulhoso da atuação de Cabo Verde na Copa e fala em jogar no Brasil

A derrota para a Argentina na fase de 32 seleções deixou os jogadores de Cabo Verde tristes, mas orgulhosos de tudo o que conquistaram nesta Copa do Mundo.

Essa sensação foi externada pelo goleiro Vozinha, 40, grande destaque da seleção africana na competição.

“Estamos um pouco tristes. Acho que fizemos o suficiente para ganhar o jogo, mas futebol é isso.

A Argentina conseguiu o terceiro gol em bola parada. Mas estamos muito orgulhosos, por jogar de igual para igual com a campeã do mundo e ter a oportunidade de ganhar o jogo. Temos de estar satisfeitos”, falou o goleiro à CazéTV após o jogo.

Quando questionado sobre seu futuro no esporte, ele deixou o caminho aberto para defender um clube brasileiro.

“Meu foco eram Copa e a seleção. Não tem nada de concreto ainda, e estou aberto a tudo. Jogar no Brasil também seria muito bom depois de todo o carinho do povo brasileiro. Mas sou jogador profissional e estou aberto a tudo.”

Sobre o duelo com Lionel Messi, Vozinha afirma que o respeita, mas a chave para o bom desempenho de sua equipe foi trabalhar o próprio futebol.

“Tenho grande respeito pelo Messi e pelos jogadores da Argentina, mas quando entramos em campo temos de estar focados em nosso trabalho e naquilo que conseguimos fazer. Infelizmente, não conseguimos ganhar, mas agora é pensar no futuro para termos conquistas maiores”, disse.

O goleiro agradeceu aos companheiros, à comissão técnica e aos torcedores pelo apoio durante o Mundial e falou o que espera deixar como legado para o país.

“Espero que os mais jovens nos vejam como referência e lutem por seus sonhos, não desistam. Somos um país pequeno, pobre, sem muitas condições, mas somos um povo resiliente. Nossos pais e avós fazem uma luta diária para nos educar e alimentar. Com muita dificuldade, chegamos a um grande clube.”

“Que as pessoas possam ver o futebol como algo grande e possam investir para dar condição aos mais novos, para trabalharem e chegarem ao alto nível que almejamos. E que os colegas deem um salto alto e consigam jogar nas grandes ligas”, finalizou.

O técnico de Cabo Verde, Bubista, afirmou estar orgulhoso da equipe e do grupo de trabalho formado para a disputa do Mundial.

“Acho que é dignificar o nosso país contra o campeão do mundo. Não saímos com o resultado, mas empatamos duas vezes. Mais do que tudo é ter orgulho dos jogadores. Mostrar nossa identidade. Foi uma derrota, mas faz parte do jogo”, disse o comandante da seleção africana.

Quem também elogiou o desempenho de Cabo Verde foi o atacante Willy Semedo. “É uma sensação inexplicável. Está todo mundo feliz, saímos de cabeça erguida. Melhor que isso não podia ser.”

noticia por : UOL

A derrota para a Argentina na fase de 32 seleções deixou os jogadores de Cabo Verde tristes, mas orgulhosos de tudo o que conquistaram nesta Copa do Mundo.

Essa sensação foi externada pelo goleiro Vozinha, 40, grande destaque da seleção africana na competição.

“Estamos um pouco tristes. Acho que fizemos o suficiente para ganhar o jogo, mas futebol é isso.

A Argentina conseguiu o terceiro gol em bola parada. Mas estamos muito orgulhosos, por jogar de igual para igual com a campeã do mundo e ter a oportunidade de ganhar o jogo. Temos de estar satisfeitos”, falou o goleiro à CazéTV após o jogo.

Quando questionado sobre seu futuro no esporte, ele deixou o caminho aberto para defender um clube brasileiro.

“Meu foco eram Copa e a seleção. Não tem nada de concreto ainda, e estou aberto a tudo. Jogar no Brasil também seria muito bom depois de todo o carinho do povo brasileiro. Mas sou jogador profissional e estou aberto a tudo.”

Sobre o duelo com Lionel Messi, Vozinha afirma que o respeita, mas a chave para o bom desempenho de sua equipe foi trabalhar o próprio futebol.

“Tenho grande respeito pelo Messi e pelos jogadores da Argentina, mas quando entramos em campo temos de estar focados em nosso trabalho e naquilo que conseguimos fazer. Infelizmente, não conseguimos ganhar, mas agora é pensar no futuro para termos conquistas maiores”, disse.

O goleiro agradeceu aos companheiros, à comissão técnica e aos torcedores pelo apoio durante o Mundial e falou o que espera deixar como legado para o país.

“Espero que os mais jovens nos vejam como referência e lutem por seus sonhos, não desistam. Somos um país pequeno, pobre, sem muitas condições, mas somos um povo resiliente. Nossos pais e avós fazem uma luta diária para nos educar e alimentar. Com muita dificuldade, chegamos a um grande clube.”

“Que as pessoas possam ver o futebol como algo grande e possam investir para dar condição aos mais novos, para trabalharem e chegarem ao alto nível que almejamos. E que os colegas deem um salto alto e consigam jogar nas grandes ligas”, finalizou.

O técnico de Cabo Verde, Bubista, afirmou estar orgulhoso da equipe e do grupo de trabalho formado para a disputa do Mundial.

“Acho que é dignificar o nosso país contra o campeão do mundo. Não saímos com o resultado, mas empatamos duas vezes. Mais do que tudo é ter orgulho dos jogadores. Mostrar nossa identidade. Foi uma derrota, mas faz parte do jogo”, disse o comandante da seleção africana.

Quem também elogiou o desempenho de Cabo Verde foi o atacante Willy Semedo. “É uma sensação inexplicável. Está todo mundo feliz, saímos de cabeça erguida. Melhor que isso não podia ser.”

noticia por : UOL

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