Também pode delegar tarefas a outros “subagentes”, afirmou o diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, em sua rede social Threads.
A Microsoft foi pioneira nesse segmento com o GitHub Copilot, antes da chegada dos chamados “agentes”, sistemas capazes de executar simultaneamente diversas tarefas complexas. Entre eles estão o Claude Code, da Anthropic, o Codex, da OpenAI, e o Cursor, cuja aquisição pela SpaceX, de Elon Musk, está perto de ser concluída.
O Muse Code, atualmente em versão beta, é cobrado por uso, e não por assinatura, com preços inferiores aos dos concorrentes, como parte de uma estratégia deliberada para ganhar espaço no mercado.
A gigante das redes sociais, cujas receitas dependem quase integralmente da publicidade, busca assim monetizar diretamente seus modelos de IA, sob pressão de investidores preocupados com a dimensão de seus gastos.
Em meados de 2025, Zuckerberg desembolsou mais de US$ 14 bilhões para adquirir uma participação de 49% na Scale AI. Ele nomeou o então diretor-executivo da empresa, Alexandr Wang, para comandar o Meta Superintelligence Labs, onde também recrutou executivos de destaque da OpenAI, Anthropic e Google.
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noticia por : UOL


