
Kremlin e da Catedral de São Basílio em Moscou.
REUTERS/Marina Lystseva
Um cidadão russo foi condenado por um tribunal de Moscou por espionagem para a Polônia e sentenciado a 23 anos em uma colônia penal, informou o Serviço Federal de Segurança (FSB) nesta sexta-feira (14).
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Os casos de espionagem tornaram-se cada vez mais comuns na Rússia desde o início da guerra em grande escala na Ucrânia, com os tribunais frequentemente divulgando veredictos, mas revelando poucos detalhes. Os julgamentos são conduzidos a portas fechadas por motivos de segurança nacional.
Segundo o FSB, o homem, identificado como Georgy Pirogov, forneceu à Polônia informações sobre armas russas avançadas e sistemas de mísseis usados na guerra na Ucrânia.
O FSB afirmou que Pirogov deixou a Rússia após o início da guerra e contatou a inteligência polonesa em abril de 2022.
Segundo o texto, ele foi posteriormente encarregado de coletar e repassar informações confidenciais e, por meio de seus contatos na indústria de defesa russa, obter dados pessoais de indivíduos com acesso a segredos de Estado com o objetivo de recrutá-los.
Um dia antes, a Polônia prendeu um russo que, segundo o país, havia sido contratado por Moscou para matar um cidadão ucraniano-americano em Varsóvia.
Agora no g1
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Fonte: G1
Rússia condena homem a 23 anos de prisão por espionagem para a Polônia

Kremlin e da Catedral de São Basílio em Moscou.
REUTERS/Marina Lystseva
Um cidadão russo foi condenado por um tribunal de Moscou por espionagem para a Polônia e sentenciado a 23 anos em uma colônia penal, informou o Serviço Federal de Segurança (FSB) nesta sexta-feira (14).
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Os casos de espionagem tornaram-se cada vez mais comuns na Rússia desde o início da guerra em grande escala na Ucrânia, com os tribunais frequentemente divulgando veredictos, mas revelando poucos detalhes. Os julgamentos são conduzidos a portas fechadas por motivos de segurança nacional.
Segundo o FSB, o homem, identificado como Georgy Pirogov, forneceu à Polônia informações sobre armas russas avançadas e sistemas de mísseis usados na guerra na Ucrânia.
O FSB afirmou que Pirogov deixou a Rússia após o início da guerra e contatou a inteligência polonesa em abril de 2022.
Segundo o texto, ele foi posteriormente encarregado de coletar e repassar informações confidenciais e, por meio de seus contatos na indústria de defesa russa, obter dados pessoais de indivíduos com acesso a segredos de Estado com o objetivo de recrutá-los.
Um dia antes, a Polônia prendeu um russo que, segundo o país, havia sido contratado por Moscou para matar um cidadão ucraniano-americano em Varsóvia.
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Fonte: G1