Gritzbach tinha Genauro como amigo de confiança. Ele emprestava carros de luxo para o oficial fazer bico (trabalho extra fora da corporação). Um dos veículos cedidos foi o mesmo Amarok usado pelos PMs da escolta, que teria quebrado perto do aeroporto momentos antes do assassinato.
Certo dia, o empresário encontrou um rastreador no Amarok emprestado a Genauro. Com a prisão do tenente agora, as pessoas próximas a Gritzbach acreditam que foi o tenente quem colocou o equipamento no veículo para monitorar a vítima.
As mesmas fontes disseram à reportagem que Genauro traiu não só a família de Gritzbach, mas também o tenente Giovanni, que o apresentou ao empresário. “É lamentável. Ele gozava da confiança de todos e com certeza se vendeu ao PCC (Primeiro Comando da Capital), disse uma das fontes.
Segundo a Corregedoria da Polícia Militar, Genauro e Gionanni, além de amigos, eram da mesma turma do CFO (Curso de Formações de Oficiais). Além disso, antes de serem presos, ambos trabalhavam juntos no 23º Batalhão. Eles agora vão se encontrar no Presídio Militar Romão Gomes.
Consórcio matou delator
´Com a prisão de Genauro subiu para 16 o número de policiais militares investigados por suspeita de envolvimento no assassinato de Gritzbach. Na última quinta-feira (16), a Corregedoria da Polícia Militar prendeu o cabo Dênis Antônio Martins, 40.
O cabo é acusado de ter matado a vítima com tiros de fuzis. Ele é amigo pessoal do tenente Genauro. Ambos trabalharam na mesma equipe da Força Tática do 42º Batalhão, em Osasco, na Grande São Paulo. O oficial é apontado como o motorista do Gol preto que deu fuga aos assassinos.
noticia por : UOL


