“Neste julgamento provaremos que teve origem em um processo político, que seu objetivo principal não é, como ficou claro nas palavras da Procuradoria, desacreditar o senador Cepeda”, reforçou Uribe nesta segunda perante a juíza de instrução Sandra Heredia.
Seu advogado, Jaime Granados, acrescentou que a defesa vai provar, nesta última etapa do processo, iniciada na sexta-feira passada, que “o que a Procuradoria fez é distorcer os fatos”.
Este primeiro julgamento penal contra um ex-presidente colombiano avança a todo vapor devido a que, após mais de cinco anos de procedimentos, pode prescrever em 9 de outubro se não houver veredicto.
Granados tinha pedido para atrasar o início desta última etapa, argumentando que precisaria de mais tempo para analisar as provas. Mas a juíza rejeitou a moção, que as vítimas consideraram uma manobra para atrasar o processo.
Várias delas assistem à diligência, inclusive dois ex-paramilitares presos, que garantem terem sido pressionados pelo ex-advogado de Uribe, Diego Cadena, para testemunhar a seu favor.
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