Relatório foi aprovado por 9 votos a 5 no plenário do CNJ. Ele foi encaminhado à PGR para que o órgão avalie a abertura de investigação, “caso entenda pertinente”.
Prerrogativas cobra apuração e transparência da PGR. O grupo afirma que, desde o envio do relatório, não houve qualquer diligência pública conhecida. “É fundamental que o Ministério Público Federal cumpra seu papel constitucional de fiscal da lei e adote providências”, diz a petição.
O UOL procurou Moro, Deltan e Hardt. O texto será atualizado se houver resposta.
Em abril de 2024, Moro negou as acusações. Na época da divulgação do relatório, o senador classificou as conclusões como “mera ficção” e afirmou não ter desviado “nenhum centavo”.
noticia por : UOL


