Mantemos o compromisso de oferecer um serviço que já beneficia mais de 55 milhões de brasileiros e que também deve ser estendido à população paulistana. Empresa 99
As motos da Uber e 99 continuavam rodando mesmo com proibição judicial desde o dia 16 de maio. As empresas alegaram que estavam dentro do ”prazo legal” após apresentarem pedidos de esclarecimentos ao desembargador Eduardo Gouvêa. Além disso, a Uber argumentou ainda que o despacho não havia exigido a interrupção imediata do serviço.
Após a morte de uma jovem, o Tribunal impôs ontem uma multa diária de R$ 30 mil se serviço fosse mantido. Gouvêa entendeu que, ”em completo desprezo à decisão anterior”, as empresas continuaram a prestar os serviços ”ilegais” com ”nítida má-fé”. ”Desrespeitam a decisão judicial em busca de lucro a qualquer custo mesmo em sacrifício da segurança da população paulistana”, avaliou.
Desembargador contrariou empresas e disse que a sentença anterior teve sim ”efeito ativo”. Segundo ele, ao contrário do que pretende fazer crer a 99, a decisão do dia 16 de maio foi ”expressa” ao aceitar o recurso de apelação da prefeitura e suspender os efeitos de liberação do mototáxi, dada dias antes.
O que diz a prefeitura
A Prefeitura de São Paulo lamentou ontem a morte de Larissa Barros Máximo Torres. Em nota, enfatizou que o oferecimento continua proibido na cidade e que medidas estão sendo tomadas pela Procuradoria-Geral diante do descumprimento anterior da decisão pelas duas empresas.
noticia por : UOL


