Apesar do otimismo declarado por várias autoridades israelenses, o Hamas enfatizou que as “questões centrais” ainda estavam em negociação, “em primeiro lugar, a chegada de ajuda” ao enclave sitiado por Israel, assim como a retirada das tropas israelenses e “garantias de um cessar-fogo permanente”.
Enquanto isso, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enfatizou na quarta-feira que os objetivos de Israel são a libertação de “todos” os reféns ? vivos e mortos ? e a “eliminação das capacidades militares e governamentais do Hamas”.
O ataque de 7 de outubro deixou 1.219 mortos no lado israelense, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.
Na Faixa de Gaza, pelo menos 57.600 palestinos, a maioria civis, morreram na campanha militar lançada por Israel em retaliação, segundo dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
– “Avançar para um acordo” –
Após uma trégua inicial de uma semana em novembro de 2023, um segundo cessar-fogo no início do ano permitiu uma suspensão de dois meses dos combates, mas Israel retomou a ofensiva em 18 de março em meio a divergências sobre como prosseguir.
noticia por : UOL


