Embora muitos Estados tenham expressado reservas quanto à oferta do magnata republicano, apenas um número pequeno de países, entre eles França, Noruega e Croácia, rejeitaram explicitamente os convites.
“A Nova Zelândia não se juntará ao Conselho em seu formato atual, mas seguirá atenta aos acontecimentos”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país da Oceania, Winston Peters, em comunicado.
“Diversos países, principalmente da região, prometeram contribuir para o trabalho do Conselho em Gaza, e a Nova Zelândia não ofereceria um valor agregado significativo”, frisou.
Wellington não rechaçou por completo a ideia do Conselho, mas reiterou o seu compromisso com as Nações Unidas.
“Consideramos que o Conselho de Paz em Gaza tem um papel a desempenhar que deve ser realizado conforme o disposto na Resolução 2803 do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, afirmou Peters.
“Trata-se de um novo organismo, e precisamos de clareza a respeito, bem como sobre outras questões relacionadas com seu âmbito de atuação, agora e no futuro”, disse.
noticia por : UOL


