“Devemos levantar nossas vozes contra tal conduta. Estou convencido de que a grande maioria dos cidadãos brasileiros decentes e patriotas rejeita as ações abomináveis uma nota de rodapé histórica indigna da história gloriosa do povo brasileiro”, diz a carta.
Segundo o ministro, “apoiar aqueles que protegem os inocentes e combatem o terrorismo é uma postura moral que não pode ser contestada”.
O fato de o judiciário brasileiro, com o apoio do presidente Lula, abraçar calorosamente os apoiadores do terrorismo e os negadores do Holocausto — no momento em que nos aproximamos do 80º aniversário da libertação de Auschwitz — é uma vergonha para o governo brasileiro.
Amichai Chikli, ministro de Assuntos da Diáspora e Combate ao Antissemitismo de Israel, em carta divulgada por Eduardo Bolsonaro
Crise diplomática
A decisão da Justiça brasileira aprofunda a crise diplomática entre o Brasil e o governo de de Benjamin Netanyahu.
Netanyahu declarou Lula como persona non grata em 2024 e o Brasil retirou seu embaixador de Tel Aviv. Na ONU, o Itamaraty chegou a usar a palavra “genocídio” nos debates sobre Gaza, termo também usado por entidades como Anistia Internacional e a Human Rights Watch.
noticia por : UOL


