Posteriormente se estenderam a outras áreas, especialmente ao oeste, onde vivem minorias de curdos e luros.
A agência de notícias Fars informou sobre “concentrações esporádicas” em torno do bazar de Teerã. Algumas de suas áreas, incluindo o mercado do ouro, fecharam “a partir do meio-dia em protesto contra o aumento das taxas de câmbio e a instabilidade dos preços”.
Em imagens do bazar verificadas pela AFP nas redes sociais, também é possível ouvir manifestantes gritando palavras de ordem como “Pahlavi voltará” e “Sayid Ali será derrubado”, em referência à monarquia deposta pela revolução islâmica de 1979 e ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
As forças de segurança dispararam gás lacrimogêneo contra os manifestantes e foi possível ver fumaça saindo do bazar, enquanto as pessoas se dispersavam.
Os protestos, iniciados há dez dias, ainda não atingiram a magnitude do movimento de 2022-2023, e muito menos a das manifestações em massa de 2009 após a controversa eleição.
Ao menos 12 pessoas morreram, incluindo membros das forças de segurança, desde o início dos protestos, segundo mídias iranianas, que citam fontes oficiais. ONGs fora do Irã alertam que o número real pode ser muito maior.
noticia por : UOL


