No entanto, a organização reformaria políticas “injustificadas” que afetavam até 1.000 funcionários, as quais anteriormente lhes permitiam permanecer empregados durante longos períodos entre missões, segundo ele.
“As restrições orçamentárias são reais, mas também estamos avançando com uma agenda de reformas abrangente para tornar o Acnur mais ágil, econômico e responsável”, disse o porta-voz.
A agência foi particularmente afetada pelos cortes dos doadores e já foi forçada a reduzir a ajuda aos refugiados, cortar milhares de empregos, fechar um escritório na África Austral e está se mudando de sua sede em Genebra para um prédio mais barato na cidade a fim de economizar dinheiro.
Criada após a Segunda Guerra Mundial para ajudar refugiados que fugiam da guerra, da perseguição e da violência, a agência depende quase inteiramente de financiamento voluntário, grande parte dele pré-designado pelos doadores para projetos com preferência política — o que muitos agora consideram uma falha estrutural.
A redução ocorre logo após o governo Trump avaliar uma possível ruptura com a agência, embora o alto comissário Barham Salih tenha, desde então, manifestado esperança de que a parceria continue. Autoridades do governo Trump também instaram outras nações a aderirem a uma campanha para reverter as proteções de asilo.
O Acnur afirmou nos documentos orçamentários que planeja priorizar ajuda a refugiados em situações de emergência, garantindo sua proteção, promovendo o retorno voluntário e incentivando a autossuficiência.
noticia por : UOL


