O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não tem pressa para indicar um porta-voz econômico para sua pré-campanha presidencial.
A avaliação de sua equipe é que a eventual nomeação de um assessor levaria a um exame com lupa na biografia e em declarações passadas da pessoa indicada.
Isso poderia trazer desgaste para a candidatura opositora, num momento em que Lula tem sofrido questionamentos sobre temas econômicos, como o aumento do endividamento das famílias e o repique da inflação provocado pela alta dos combustíveis.
Nas palavras de um aliado do senador, a prioridade agora é aproveitar o momento negativo do presidente e não atrair holofotes desnecessariamente.
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noticia por : UOL


